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sábado, 19 de janeiro de 2013

CORRIGINDO ALGUNS DITADOS POPULARES


FACULDADE DE FILOSOFIA E TEOLOGIA DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS EM ALAGOAS
FAFITEAL / 1 ANO
Comunicação Cristã 
                                                                                                          Pr. Adriano Oliveira

Corrigindo alguns ditados populares

O professor de Língua Portuguesa, Pasquale cipro Neto, corrige alguns ditados populares usados de forma errada.

“HOJE É DOMINGO PÉ DE CACHIMBO”… e eu ficava imaginando como seria um pé de cachimbo, quando o correto é: HOJE É DOMINGO PEDE CACHIMBO… Domingo é um dia especial para relaxar e fumar um cachimbo ao invés do tradicional cigarro (para aqueles que fumam, naturalmente…).

No popular se diz: “Esse menino não pára quieto, parece que tem bichocarpinteiro”. Minha grande dúvida na infância… Mas que bicho é esse que é carpinteiro, um bicho pode ser carpinteiro?
Correto: “Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro”. Tá aí a resposta para meu dilema de infância! EU NÃO SABIA. E VOCÊ?

“Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão”. Enquanto o correto é: “Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão”. Se a batata é uma raiz, ou seja, nasce enterrada, como ela se esparrama pelo chão se ela está embaixo dele?

“Cor de burro quando foge”. O correto é: “Corro de burro quando foge!”. Esse foi o pior de todos! Burro muda de cor quando foge? Qual cor ele fica? Porque ele muda de cor?

Outro que no popular todo mundo erra: “Quem tem boca vai a Roma”. Bom, esse eu entendia, de um modo errado, mas entendia! Pensava que quem sabia se comunicar ia a qualquer lugar! O correto é: “Quem tem boca vaia Roma”. (isso mesmo, do verbo vaiar).

Outro que todo mundo diz errado, “Cuspido e escarrado” – quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa. O correto é: “Esculpido em Carrara”. (Carrara é um tipo de mármore).

Mais um famoso… “Quem não tem cão, caça com gato”. Entendia também, errado, mas entendia! Se não tem o cão para ajudar na caça o gato ajuda! Tudo bem que o gato só faz o que quer, mas vai que o bicho tá de bom humor! O correto é: “Quem não tem cão, caça como gato”, ou seja, sozinho!

DITADOS POPULARES : DE ONDE SURGIRAM?


FACULDADE DE FILOSOFIA E TEOLOGIA DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS EM ALAGOAS
FAFITEAL / 1 ANO
Comunicação Cristã
                                                                                                          Pr. Adriano Oliveira
DITADOS POPULARES : DE ONDE SURGIRAM? 

Ditado, como o próprio nome diz, é a expressão que através dos anos se mantém imutável, aplicando exemplos morais, filosóficos e religiosos. 

Os provérbios e os ditados populares constituem uma parte importante de cada cultura.

Historiadores e escritores já tentaram descobrir a origem dos ditados populares, mas essa tarefa não é fácil.

O PIOR CEGO É O QUE NÃO QUER VER 

Significado: Diz-se da pessoa que não quer ver o que está bem na sua frente. Nega-se a ver a verdade.

Histórico: Em 1647, em Nimes, na França, na universidade local, o doutor Vicent de Paul D’Argenrt fez o primeiro transplante de córnea em um aldeão de nome Angel. Foi um sucesso da medicina da época, menos para Angel, que assim que passou a enxergar ficou horrorizado com o mundo que via. Disse que o mundo que ele imagina era muito melhor. Pediu ao cirurgião que arrancasse seus olhos. O caso foi acabar no tribunal de Paris e no Vaticano. Angel ganhou a causa e entrou para a história como o cego que não quis ver.

ANDAR À TOA.
Significado: Andar sem destino, despreocupado, passando o tempo.

Histórico: Toa é a corda com que uma embarcação remboca a outra. Um navio que está “à toa” é o que não tem leme nem rumo, indo para onde o navio que o reboca determinar. Uma mulher à toa, por exemplo, é aquela que é comandada pelos outros. Jorge Ferreira de Vasconcelos já escrevia, em 1619: Cuidou de levar à toa sua dama.

ONDE  JUDAS PERDEU A BOTA
Significado: Lugar longe, distante, inacessível.
Histórico: Como todos sabem, depois de trair Jesus e receber 30 dinheiros, Judas caiu em depressão e culpa, vindo a se suicidar enforcando-se numa árvore. Acontece que ele se matou sem as botas. E os 30 dinheiros não foram encontrados com ele. Logo os soldados partiram em busca das botas de Judas, onde, provavelmente, estaria o dinheiro. A história é omissa daí pra frente. Nunca saberemos se acharam ou não as botas e o dinheiro. Mas a expressão atravessou vinte séculos.


QUEM NÃO TEM CÃO CAÇA COM GATO
Significado: Ou seja, se você não pode fazer algo de uma maneira, se Vira e faz de outra.
Histórico: Na verdade, a expressão, com o passar dos anos, se adulterou. Inicialmente se dizia “quem não tem cão caça como gato”, ou seja, se Esgueirando, astutamente, traiçoeiramente, como fazem os gatos.

DA PÁ VIRADA
Significado: Um sujeito da pá virada pode tanto ser um aventureiro corajoso como um vadio.
Histórico: a origem da palavra é em relação ao instrumento, a pá. Quando a pá está virada para baixo, voltada para o solo, está inútil, abandonada decorrentemente pelo homem vagabundo, irresponsável, parasita. Hoje em dia, o sujeito da “pá virada”, parece-me, tem outro sentido. Ele é O “bom”. O significado das expressões mudam muito no Brasil com o passar do tempo.

DEIXAR DE NHÉN NHÉN NHÉN

Significado: Conversa interminável em tom de lamúria, irritante, monótona. Resmungo, rezinga.

Histórico: Nheë, em tupi, quer dizer falar. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, eles não entendiam aquela falação estranha e diziam que os portugueses ficavam a dizer “nhen-nhen-nhen”.

ESTAR DE PAQUETE
Significado: Situação das mulheres quando estão menstruadas.

Histórico: Paquete, já nos ensina o Aurélio, é um das denominações de navio. A partir de 1810, chegava um paquete mensalmente, no mesmo dia, no Rio de Janeiro. E a bandeira vermelha da Inglaterra tremulava. Daí logo se vulgarizou a expressão sobre o ciclo menstrual das mulheres. Foi até escrita uma “Convenção Sobre o Estabelecimento dos Paquetes”, referindo-se, é claro, aos navios mensais.


PENSANDO NA MORTE DA BEZERRA
Significado: Estar distante, pensativo, alheio a tudo.
Histórico: Esta é bíblica. Como vocês sabem, o bezerro era adorado pelos hebreus e sacrificados para Deus num altar. Quando Absalão, por não ter mais bezerros, resolveu sacrificar uma bezerra, seu filho menor, que tinha grande carinho pelo animal, se opôs. Em vão. A bezerra foi oferecida aos céus e o garoto passou o resto da vida sentado do lado do altar “pensando na morte da bezerra”. Consta que meses depois veio a falecer

"SANTINHA DO PAU OCO" 

Expressão que se refere à pessoa que se faz de boazinha, mas não é. Nos século XVIII e XIX os contrabandistas de ouro em pó, moedas e pedras preciosas utilizavam estátuas de santos ocas por dentro. O santo era "recheado" com preciosidades roubadas e enviado para Portugal.


"NÉVOA BAIXA, SOL QUE RACHA" 

Ditado muito falado no meio rural. A Climatologia o confirma. O fenômeno da névoa ocorre geralmente no final do inverno e começo do verão. Conhecida também como cerração, a névoa fica a baixa altitude pela manhã provocando um aumento rápido da temperatura para o período

da tarde.

"SEM EIRA NEM BEIRA" 

Significa pessoas sem bens, sem posses. Eira é um terreno de terra batida ou cimento onde grãos ficam ao ar livre para secar. Beira é a beirada da eira. Quando uma eira não tem beira, o vento leva os grãos e o proprietário fica sem nada. Na região nordeste este ditado tem o mesmo significado mas outra explicação. Dizem que antigamente as casas das pessoas ricas tinham um telhado triplo: a eira, a beira e a tribeira como era chamada a parte mais alta do telhado. As pessoas mais pobres não tinham condições de fazer este telhado , então construíam somente a tribeira ficando assim "sem eira nem beira".
alguns que são ditos errados:


Diz-se: Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão...

Enquanto o correto é: Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão...

No popular, se diz: Cor de burro quando foge.
O correto é: Corro de burro quando foge!

FRASES QUE O POVO DIZ...

NAS COXAS.
As primeiras telhas dos telhados nas Casas aqui no Brasil eram feitas de Argila, que eram moldadas nas coxas dos escravos que vieram da África. Como os escravos variavam de tamanho e porte físico, as telhas ficavam todas desiguais devido as diferentes tipos de coxas. Daí a expressão fazendo nas coxas, ou seja, de qualquer jeito. VOTO DE MINERVA.

Orestes, filho de Clitemnestra, foi acusado pelo assassinato da mãe. No julgamento, houve empate entre os acusados. Coube à deusa Minerva o voto decisivo, que foi em favor do réu. Voto de Minerva é,portanto, o voto decisivo.

CASA DA MÃE JOANA ¹

Na época do Brasil Império, mais especificamente durante a menoridade do Dom Pedro II, os homens que realmente mandavam no país costumavam se encontrar num prostíbulo do Rio de Janeiro, cuja proprietária se chamava Joana. Como esses homens mandavam e desmandavam no país, a frase casa da mãe Joana ficou conhecida como sinônimo de lugar em que ninguém manda.

CASA DA MÃE  JOANA - 2 

Significado: Onde vale tudo, todo mundo pode entrar, mandar, etc.

Histórico: Esta vem da Itália. Joana, rainha de Nápoles e condessa de Provença (1326-1382), liberou os bordéis em Avignon, onde estava refugiada, e mandou escrever nos estatutos: 
"Que tenha uma porta por onde todos entrarão”. O lugar ficou conhecido como Paço de Mãe Joana, em Portugal. Ao vir para o Brasil a expressão virou “Casa da Mãe Joana”. A outra expressão envolvendo Mãe Joana, um tanto chula, tem a mesma origem, naturalmente.

CONTO DO VIGÁRIO.

Duas igrejas de Ouro Preto receberam uma imagem de santa como presente. Para decidir qual das duas ficaria com a escultura, os vigários contariam com a ajuda de Deus, ou melhor, de um burro. O negócio era o seguinte: Colocaram o burro entre as duas paróquias e o animalzinho teria que caminhar até uma delas. A escolhida pelo quadrúpede ficaria com a santa. E foi isso que aconteceu, só que, mais tarde, descobriram que um dos vigários havia treinado o burro.
Desse modo, conto do vigário passou a ser sinônimo de falcatrua e malandragem.

FICAR A VER NAVIOS.

Dom Sebastião, rei de Portugal, havia morrido na batalha de Alcácer-Quibir, mas seu corpo nunca foi encontrado. Por esse motivo, o povo português se recusava a acreditar na morte do monarca. Era comum as pessoas visitarem o Alto de Santa Catarina, em Lisboa, para esperar pelo rei. Como ele não voltou, o povo ficava a ver navios.

NÃO ENTENDO PATAVINAS.

Os portugueses encontravam uma enorme dificuldade de entender o que falavam os frades italianos patavinos, originários de Pádua, ou Padova, sendo assim, não entender patavina significa não entender nada.

DOURAR A PÍLULA.

Antigamente as farmácias embrulhavam as pílulas em papel dourado, para melhorar o aspecto do remedinho amargo. A expressão dourar a pílula, significa melhorar a aparência de algo.

SEM EIRA NEM BEIRA.

Os telhados de antigamente possuíam eira e beira, detalhes que conferiam status ao dono do imóvel. Possuir eira e beira era sinal de riqueza e de cultura. Não ter eira nem beira significa que a pessoa é pobre, está sem grana.

O CANTO DO CISNE.

Dizia-se que o cisne emitia um belíssimo canto pouco antes de morrer. A expressão canto do cisne representa as últimas realizações de alguém.



DO QUE TRATA A COMUNICAÇÃO CRISTÃ


FACULDADE DE FILOSOFIA E TEOLOGIA DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS EM ALAGOAS
FAFITEAL / 1 ANO
Comunicação Cristã 
                                                                                                          Pr. Adriano Oliveira
DO QUE TRATA A COMUNICAÇÃO CRISTÃ



Um resumo das Competências:

- Identificar o processo de comunicação cristã e seus mecanismos relacionados à prática:
a) da leitura,
b) da reflexão e
c) da reprodução de textos

- Assimilar informações e utilizá-las em contextos variados nas diversas necessidades da comunicação cristã nas relações interpessoais;

- Compreender e relacionar a importância da comunicação cristã no ambiente de evangelização;

- Ter a noção mínima para poder aplicar adequadamente as estruturas lingüísticas :

a) ortografia,
b) sinais de pontuação,
c) acentuação,
d) concordâncias verbais, nominais e verbo nominais
e) pluralização das Palavras

f) aplicação dos pronomes em produções textuais ou verbais;

"É HORRÍVEL SE OUVIR UM PRELETOR OU EVANGELIZADOR FALAR DE FORMA ERRADA FAZENDO MAL COLOCAÇÃO DAS PALAVRAS E ESCREVENDO ERRADO.
 PRECISAMOS LAPIDAR NOSSO CONHECIMENTO A FIM DE ESTARMOS MAIS AFINADOS NA SENDA DA EVANGELIZAÇÃO."

Mas nesta matéria também se explora algumas ações como:

g) Expor bem a Leitura, 

h) produzir e analisar textos  de maneira crítica 

i) Explicar os  diferentes tipos  de textos, discursos e  correspondências voltadas para área técnica e administrativa.

j) Desenvolver habilidades  e Detectar as diversas formas de comunicação nas relações interpessoais;

l) Compreender as relações necessárias no ambiente da evangelização; 

m) Habilitar-se para o conhecimento de termos técnicos indispensáveis no processo religioso e educacional

n)  Produzir textos focalizados nos contextos cristãos ;

o) Identificar em textos diversos, os níveis e variantes lingüísticos;

p) Identificar os conceitos fundamentais do ato da comunicação cristã, o modo como se processa a comunicação e seus mecanismos;

q) Relacionar funções da linguagem aos elementos da comunicação cristã;

" RESUMINDO JÁ DÁ PRA PERCEBER QUE A disciplina remete ao estudo da língua portuguesa  como instrumento indispensável à comunicação CRISTàe a produção de textos( ESBOÇOS, ENTREVISTAS, EXPOSIÇÕES) necessárias ao desenvolvimento da expressão escrita e oral através do uso da língua como sistemas de signos e estilos de redação na área TEOLÓGICA E EVANGELISTICA. "

sábado, 12 de janeiro de 2013

COMUNICAÇÃO CRISTÃ


FACULDADE DE FILOSOFIA E TEOLOGIA DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS EM ALAGOAS
FAFITEAL / 1 ANO
Comunicação Cristã
                                                                                                          Pr. Adriano Oliveira
I – INTRODUÇÃO

"Para que a comunicação da tua fé seja eficaz no conhecimento de todo o bem que em vós há por Cristo Jesus". (Filemom 1.6) 


A arte de se Comunicar  é uma habilidade requerida a todos os profissionais que exercem funções importantes em nossa Sociedade  pois, na maioria das atividades que desenvolvem, necessitam expressa-se  oralmente ou comunicar-se com uma ou mais pessoas.

Embora esta seja uma das capacidades humanas mais fundamentais e seu desenvolvimento nas pessoas se dê de forma natural, a grande maioria das pessoas não sabe comunicar-se.
Isto não ocorre diferentemente em nosso meio.



Muitos querem evangelizar, ganhar almas para Cristo, desenvolver sua chamada e até mesmo crescer ministerialmente falando, porém, em contato com as pessoas, não sabem se expressar, ferem as crenças alheias, ofendem seus dogmas religiosos, são "radicais" em abordagem, parecendo que estão mais "brigando" ou " discutindo " do que evangelizando ou dialogando, mas isso tem uma explicação, são pessoas despreparadas, que não tem a mínima preparação

Essa falta de preparo  Infelizmente  ocorre até mesmo no âmbito das empresas, mesmo entre os gestores de altos escalões.

II - DIFERENÇA ENTRE “INFORMAÇÃO” E “COMUNICAÇÃO”



Muitas pessoas, por saberem expressar-se com certo desembaraço, julgam-se bons comunicadores. Cabe,no entanto, lembrar que existe uma grande diferença entre informar e comunicar.

Informar -  É um ato que ocorre de forma unilateral, envolvendo a pessoa que tem a informação a dar.

Comunicar -  Implica tornar algo comum, fazer-se entender, provocar reações no interlocutor.

Como saber comunicar significa fazer entender, o comunicador precisa estar capacitado não apenas para falar, mas também para ouvir E ESCREVER.

A maioria das pessoas possui uma impressionante incapacidade para ouvir e
entender o que as pessoas dizem, sendo muito comum observar uma pessoa falando
e a outra preocupada com a maneira como irá responder, o que significa que esta não está ouvindo nada.
Este comportamento custa caro para muitos pois dificulta o relacionamento entre as pessoas e provoca conflitos desnecessários.

III - FATORES PRESENTES NA COMUNICAÇÃO 


O processo de comunicação envolve os seguintes ingredientes:

A) O emissor - é a pessoa que tem uma idéia ou sentimento que deseja comunicar.

B) O codificador -  é constituído pelo mecanismo responsável pela exteriorização da mensagem.

C) A mensagem - é a expressão formal da idéia que o emissor deseja comunicar.

D) O canal - é o meio pelo qual é conduzida a mensagem.

E) O Receptor - é a pessoa que recebe uma idéia ou sentimento do Emissor

F) O decodificador - é constituído pelo mecanismo responsável pela decifração da mensagem feita pelo receptor.

De acordo com o administrador e professor Charles Magalhães Vemos que na comunicação de pessoa para pessoa:

-  Observem que o emissor e o codificador aparecem juntos, assim como o receptor e o decodificador.

Um bom teólogo, antes de qualquer outra habilidade, deve obter um desempenho eficiente na função de comunicador, o que exigirá 03 coisas indispensáceis:

1-  o conhecimento do processo de comunicação,

2-  o reconhecimento dos fatores que a dificultam e PRINCIPALMENTE:

3-  o domínio de regras para torná-la mais eficiente.



IV - A IMPORTÂNCIA DA  “COMUNICAÇÃO CRISTÔ

Vivenciamos transformações cada vez mais frequentes e aceleradas no mundo atual. E uma questão fundamental para se refletir neste contexto é a linguagem.

Através dela significamos o que está no alcance de nossa percepção, produzimos sentido e conceito nas variadas situações, imagens, sons, símbolos, objetos e costumes.

É importante entender que a linguagem, seja ela escrita, falada, verbal, gestual,
desempenha um papel fundamental na vida do homem como o elemento mais eficaz da comunicação, principalmente, porque é através dela que perpetuamos a palavra de Deus e compartilhamos nossas experiências com Ele entre as gerações.

Diante do crescente pluralismo religioso, nunca visto antes, como cristãos devemos privilegiar uma comunicação propriamente eficaz e consistente, não somente no que afirmamos acerca do Verdadeiro Deus, mas também em como nos expressamos sobre Ele.

 AIMPORTANCIA DA COMUNICAÇÃO CRISTÃ ENTRA EM CENA NESTA crescente preocupação como a forma de apresentar da melhor maneira possível a mensagem de Deus sem perder a coerência de seu conteúdo.



Nisto se inclui:

a)  o uso adequado da voz, 

b) expressões e 

c) gestos por parte dos pregadores, professores de escola bíblica, locutores e 
apresentadores de emissoras cristãs nas manifestações religiosas em vias públicas.

Abrange, até mesmo, a preparação dos intérpretes de Língua de Sinais nas igrejas para a comunidade surda.

Não se pode negar o peso da palavra, do gesto e da voz no relacionamento humano,  seu uso caracteriza quem fala e o que pensa! A comunicação integral é a palavra, o corpo e a voz.
Na igreja encontramos pessoas que manuseiam tão bem ou tão mal estes recursos como em qualquer outra instituição.




Devemos entender, porém, que nossa pregação vem ocupando, de modo crescente, diversos espaços como na evangelização, na fala missionária, no ensino religioso, nos ofícios casuais (batismos, casamentos, sepultamentos), nos programas cristãos no rádio ou TV, no teatro, nas narrações de cantatas evangélicas.

Para quem prega nestes espaços, a palavra da boca e das mãos do homem não se transformam na palavra de Deus por ser proclamada em gestos exacerbados, voz com intensidade exagerada ou com entonação piedosa.

 O modo com que se fala devem estar ao máximo em harmonia com o pensamento e com a personalidade de quem fala.



Lembre-se que quem prega ou fala do cristianismo INCOMODA  a oposição!
Em Atos 16:20, a Bíblia diz que Paulo incomodava as pessoas por onde passava. Muito bem, o texto bíblico realmente afirma isso, mas nesse caso, o que incomodava não era o barulho, mas a Palavra de Deus.


Quando a Palavra incomoda, as pessoas são atraídas; quando é a ofensa que incomoda, elas se afastam. DAÍ A IMPORTÂNCIA DE SABER LIDAR COM A COMUNICAÇÃO CRISTÃ.

Não apenas o que se comunica, mas também a forma como se concretiza a propagação do evangelho tem inquietado os líderes atualmente.

Esperamos cada um leve em conta esta disciplina de fundamental importância para todos nós. Se Deus assim permitir, que esta matéria venha edificar e instruir todos os operantes da Teologia e do ministério, os quais usam a comunicação para anunciar a Sua mensagem.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

PASTOR ADRIANO OLIVEIRA MINISTRA NO CONGRESSO EM NASCENTE DO SOL


PODER E SALVAÇÃO MARCAM o  12º Aniversario do Departamento Jovem shalom e VI Congresso de Jovens EM NASCENTE DO SOL




A Assembléia de Deus localizada no loteamento nascente do Sol. Qd 10, Ben. Bentes realizou nos dias 17 e 18 de Novembro o  12º Aniversario do Departamento Jovem shalom e VI Congresso de Jovens.


A igreja que é dirigida pelo  Ev. Rubens Correia, assim como os coordenadores  Dc. Elder Claudino e sua esposa irmã Rosiene Vais, sentiram-se bastante satisfeitos em ver toda a mocidade envolvida na presença do Senhor.


Estiveram cooperando com esta linda festa, na ministração da palavra de Deus.

 No dia 16 sexta feira( Abertura)  - Dc. Pedro Henrique do José Tenório, 


- no dia 17 sábado Ev. Adriano Oliveira do farol, usado poderosamente nas mãos do Senhor ao ministrar a mensagem. Houve derramamento do poder e salvação de alma.

-  no dia 18 domingo a tarde Pr. Neemias de Marques de Tamandaré ( Estudo bíblico)e
- domingo a noite no encerramento, Pr. Josivaldo de Cajueiro.


No louvor estiveram cooperando os  departamento do João Sampaio II, departamento jovem de cajueiro,
estiveram louvando a Deus os Cantores: Vinny,  Ednaldo Santos, Adeilton Barros, e irmã  Ediná de Nascente do Sol.



Durante estes três dias Jesus Salvou, Batizou com espírito Santo e renovou para gloria de Deus. Somos gratos a Deus por tudo que Ele realizou nesses dias em Nascente do Sol.


Para mim este congresso foi muito importante pois gerou um grande avivamento no meio do povo. Pois Deus pode proporcionar um envolvimento maior da mocidade com a obra de Deus e intimidade com Espírito Santo. Estou deveras alegres por este evento. Que Deus abençoe poderosamente todos os nossos preletores e irmãos presentes neste evento que aos meus olhos será inesquecível. Agradeço ao nosso pastor presidente José Antônio dos Santos pela confiabilidade a mim dada. “ afirmou o pastor Rubens( dirigente da congregação)



MAIS FOTOS:  





















sábado, 10 de novembro de 2012

HISTÓRIA DA RELIGIÃO NA SOCIEDADE EGIPCIA


Faculdade de Teologia das Assembléias de Deus em Alagoas

FAFITEAL


Professor: Ev. Adriano Oliveira

Após passearmos um pouco na história da Religião na pré-história, nas sociedades tribais e sem escrita;

 nas religiões das civilizações astecas, maias e incas pré-colombianas ,
  vamos agora adentrar na religião das primeiras sociedades nômades, agrícolas e sedentárias da bacia do mediterrâneo, refiro-me aos Egípcios, fenícios, ibéricos, gregos e romanos.

O Egito, indubitavelmente tem sido o grande foco mundial de curiosidade e pesquisas.
 Qual o estudante ou curioso que nunca ouviu falar sobre o Antigo Egito, a grande civilização africana que se desenvolveu ao longo do rio Nilo?



Se você realmente tem alguma noção do Egito, se sinceramente você lembrou desse nome,

 você também ouviu relatos, documentários, matérias, livros falando sobre:

- as múmias,
- o rei Escorpião,
- as pirâmides, 

- os faraós,
- as tumbas,
- as maldições.
As histórias do Antigo Egito nos deixam fascinados, pois ainda não se explicam muitas coisas, como por exemplo:

a) Qual razão ou  motivo de construírem as pirâmides ou Porque cultuavam a vida após a morte. 
O Antigo Egito, como todos sabemos, foi uma civilização da Antiguidade oriental do Norte de África concentrada ao longo ao curso inferior do rio Nilo, no que é hoje o país moderno do Egito.


Era parte de um complexo de civilizações, as "Civilizações do Vale do Nilo", do qual também faziam parte as regiões ao sul do Egito, atualmente no Sudão, Etiópia e Somália.
Tinha como fronteiras:
NORTE - o 
Mar Mediterrâneo
SUL – a primeira catarata do Nilo
LESTE - 
o Deserto Oriental Africano
OESTE -, o Deserto da Líbia 




O Antigo Egito foi umas das primeiras grandes civilizações da Antiguidade e embora as influências culturais e  contactos com o estrangeiro tenham sido também uma realidade, o Egito manteve durante a sua existência uma continuidade nas suas formas políticas, artísticas, literárias e religiosas, explicável em parte devido aos condicionalismos geográficos.
Como foi estudado, a civilização egípcia se aglutinou em torno de 3.150 a.C com a unificação política do Alto e Baixo Egito, sob o primeiro faraó (Narmer),
 e se desenvolveu ao longo dos três milênios seguintes. 
Sua história desenvolveu-se ao longo de três grandes reinos marcados pela estabilidade política,
 prosperidade económica e florescimento artístico, separados por períodos de relativa instabilidade conhecidos como Períodos Intermediários.
O Antigo Egito atingiu o seu auge durante o Império Novo (550–1 070 a.C.), uma era cosmopolita durante a qual, graças às campanhas militares do faraó Tutmés IIIo Egito dominou, uma área que se estendia desde a Núbia, entre a quarta e quinta cataratas do rio Nilo, até ao rio Eufrates, tendo após esta fase entrado em um período de lento declínio. O Egito foi conquistado por uma sucessão de potências estrangeiras neste período final.


O governo dos faraós terminou oficialmente em 31 a.C., quando o Egito:



a) caiu sob o domínio do Império Romano e
b) se tornou uma província romana, após a derrota da rainha Cleópatra VII 
na Batalha de Ácio




BATALHA DE ÁCIO

Aconteceu em 2 de setembro de 31 a.C., perto de Actium na Grécia, durante a guerra civil romana entre Marco António e Octaviano (depois conhecido como imperador Augusto).

AUGUSTO 




MARCO ANTÔNIO( Tenente de César )



















A frota de Octaviano era comandada por Marco Vipsânio Agripa e a de António apoiada pelos barcos de guerra da rainha Cleópatra do Egipto.  O resultado foi uma vitória decisiva de Octaviano, que findou a oposição ao seu poderio crescente. Esta data é por isso usada para marcar o fim da República e início do Império Romano.

A RELIGIÃO NA SOCIEDADE EGIPCIA

O Antigo Egito fundamentou-se por sua plena relação com o divino e na vida após a morte de tal modo que o reinado faraônico foi baseado no direito divino dos reis , o faraó considerava-se o filho do deus Rá -

A religião egípcia teve influência tanto:
a)  em âmbito ideológico (a história egípcia foi explicada em viés divinos) como
b)  em carácter prático (a sociedade assim como a economia egípcias moldaram-se por influência de tal instituição);
durante a história egípcia a economia local esteve intimamente relacionada com os templos.
Na religiosidade egípcia o culto às divindades sobressaía as crenças gerais, o que faz da religião egípcia mais ortoprática do que ortodoxa.
Os egípcios antigos eram politeístas e seus deuses representavam diversos elementos naturais que eram vinculados com elementos cotidianos.
Cada cidade possuía seu deus padroeiro assim como um específico animal sagrado que a ele era consagrado; caso uma cidade se tornasse capital do reino (p. ex. Tebas)
- o deus local, da mesma forma que o animal a ele dedicado, eram elevados ao âmbito nacional e, consequentemente, começavam a ser cultuados por todo o império
(p. ex. Amon - para os egípcios, "rei dos deuses e força criadora da vida")


Os deuses egípcios tinham características:
a) antropomórficas,
b)  zoomórficas ou
c) Antopozoomorficas



Amom

conquanto, embora idealizassem seus deuses com certas características animais, pode-se considerar que postulavam  que tal deus possuísse as habilidades daquele animal e não necessariamente sua forma. ( no caso de Amom, este não tem forma de animais).

 Os deuses, muitas vezes evocados para ajuda e/ou proteção, também eram provedores de grandes males, de modo que tinham que ser aplacados com:
a) oferendas e
b) orações.

Assim como a sociedade egípcia, o mundo divino egípcio era fortemente hierarquizado; continuamente, por meio de mitos diversos, os deuses do panteão eram promovidos ou rebaixados nesta hierarquia.

- Os deuses, a mando dos faraós, eram adorados nos templos e os cultos eram administrados por sacerdotes que diariamente:

a) lavavam,
b) perfumavam,
c) maquilavam e
d) alimentavam a estátua do deus que permanecia trancada em um naos no centro do templo.

Os templos não eram locais para adoração pública, e somente em dias comemorativos ou em festas selecionava-se um santuário para onde se transportava a estátua para que houvesse adoração pública; as procissões que transportavam as estátuas, que eram assistidas pela população, contavam com a participação de músicos e cantores.

Cidadãos comuns podiam ter estátuas cultuais privadas, assim como amuletos de proteção.
 Após o Império Novo o papel do faraó como intermediário espiritual foi ofuscado devido ao desenvolvimento de um sistema de oráculos para comunicar as vontades divinas diretamente a população.


 BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ADRIANI, Maurilio. Historia das religiões, Lisboa, Edições 70 s/d.
DAWSON, Christopher. Historia de la cultura cristiana, Mexico, Fundo de Cultura Económica, 1997.
DELUMEAU, Jean. A história do medo no Ocidente (1300-1800), São Paulo, Companhia Das Letras, 1993.
ELIADE, Mircea e KITAGAWA, Joseph M. Metodologia de la historia de las religiones,Barcelona, Paidós, 1986.
ELIADE, Mircea. História das crenças e das idéias religiosas (tomo I e II), 2ª ed. Rio de Janeiro, Zahar, 1983.
ELIADE, Mircea. Tratado de história das religiões, São Paulo, Martins Fontes, 1993.
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PUECH, Henri-Charles (organizador) Historia de las religiones Siglo Veinteuno(12v), México, Editora Siglo XXI, 2001.
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